ASJ recebe visita de desembargador do Tribunal de Justiça do RS

O presidente da Associação dos Servidores de Justiça do RS (ASJ), Paulo Olympio, recebeu o 2º vice-presidente do Tribunal de Justiça do RS, desembargador Antônio Vinicius Amaro da Silveira, nesta quarta-feira (14/09) para uma visita de cortesia. O encontro ocorreu no Acampamento Farroupilha, no piquete do DTG Morro da Tapera, coordenado pela ASJ.

Silveira aproveitou para conhecer o espaço, almoçar no piquete e conhecer um pouco do projeto cultural e do concurso Master Tchê, que se encerra nesta quinta-feira (15/09) com a divulgação de resultados da escola vencedora. A transmissão é pelo canal do YouTube da ASJ, a partir das 14h.

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Pedro Hameister

Segundo dia do concurso Master Tchê tem calor e polenta

A tarde de terça-feira foi de calor intenso para a equipe de pequenos cozinheiros que se posicionou ao redor do fogão à lenha do piquete do DTG Morro da Tapera, no Acampamento Farroupilha, para preparar uma polenta gaúcha. Os alunos do 2º e do 5º anos da E.E.E.F Coelho Neto, de Porto Alegre, apresentaram a iguaria para a prova final do concurso cultural Master Tchê, realizado pela Associação dos Servidores de Justiça do RS (ASJ), que coordena o DTG. Eles foram recebidos pelo presidente da ASJ, Paulo Olympio, e pelos diretores Paulo Chiamenti, Zélio Freitas dos Santos, Dione Burlamarque, Valentina Martignago, Marisa Comin e Luciane Canella.

O prato foi avaliado por uma comissão técnica e pelos demais alunos, que o degustaram em três sabores diferentes: queijo, calabresa e bacon com cebola. O encontro contou ainda com uma apresentação em forma de uma música escrita pelas crianças contando a história e a origem da polenta. Para a professora Sheila Corsel da Silva, que coordenou a equipe durante o concurso, essa foi uma ótima forma de trazer para os pequenos uma atividade diferente do que estão acostumados. “Eu fiquei muito feliz com o convite para participarmos. Vamos continuar propondo essas atividades diversificadas aos alunos. Agora, a nossa expectativa é ganhar. Queremos comemorar essa conquista”, comenta.

A E.E.E.F Coelho Neto deu continuidade na fase final do concurso Master Tchê após a E.E.E.M Professor Américo Braga, de Eldorado do Sul, que preparou um arroz de carreteiro na tarde de segunda-feira (12). Em seguida, a E.M.E.F Décio Martins Costa, também de Porto Alegre, vai encerrar a etapa na quarta-feira (14) com uma cuca alemã. A equipe vencedora será anunciada na quinta-feira (15), às 14h, com transmissão ao vivo pelo canal do YouTube da ASJ.

Foto: Carolina Jardine

Carreteiro dá largada no concurso Master Tchê

Foi dada a largada na fase final do concurso cultural Master Tchê. Na tarde desta segunda-feira (12/9), o piquete do DTG Morro da Tapera, no Acampamento Farroupilha, em Porto Alegre (RS), recebeu uma equipe de jovens cozinheiros da E.E.E.M Professor Américo Braga, de Eldorado do Sul (RS), que preparou um arroz carreteiro, além de apresentar sua história e origem. O prato foi degustado por uma comissão técnica, que avaliou tanto o sabor quanto a apresentação dos alunos. Nesta terça-feira (13/9), será a vez da E.E.E.F Coelho Neto, de Porto Alegre (RS), que apresentará uma polenta gaúcha. Por fim, na quarta-feira (14/9), a E.M.E.F Décio Martins Costa, também de Porto Alegre, vai fechar a competição com o preparo de uma cuca alemã. Todos os pratos receberão notas de acordo com os critérios Sabor, Apresentação e Embasamento Cultural, e a equipe vencedora será a que atingir a pontuação mais alta. A divulgação dos resultados será realizada na quinta-feira (15/9). A comissão técnica conta com a presença da pedagoga Melissa Borges.

O concurso integra o projeto Tradição à Mesa, realizado pela Associação dos Servidores de Justiça do RS (ASJ), que coordena o DTG Morro da Tapera. A iniciativa busca difundir a história e as tradições gaúchas para crianças e adolescentes sob a ótica da culinária. O patrão do DTG e presidente da ASJ, Paulo Olympio, recebeu os alunos e os incentivou a escreverem suas próprias histórias. “Eu tenho uma frase que sempre gosto de dizer: 'todo mundo tem o direito de fazer a própria história'. Procurem aprender, se dedicar e fazer o que gostam. Ninguém é melhor que ninguém. O que importa é a dedicação ao que se faz e aproveitar o momento”.

O time da E.E.E.M Professor Américo Braga foi liderado pela professora Pricila Munhoz. Segundo ela, a preocupação com a alimentação dos jovens é uma constante. “A gente trabalha essa temática de uma cozinha mais sustentável, uma alimentação mais nutritiva. Adaptamos isso ao projeto, trazendo a tradição gaúcha e incentivando eles na gastronomia típica”.

O preparo da escola foi uma releitura do arroz de carreteiro. Segundo a aluna Nicolle Schneid, 15 anos, do 2º ano do Ensino Médio, apesar de ser a estreia da turma em um preparo tão elaborado, o grupo estava confiante no sabor e na apresentação. “Fizemos uma releitura do carreteiro levando em conta o que comemos atualmente. Os costumes vão sempre evoluindo e é difícil seguir exatamente o que se consumia um tempo atrás. É importante representar a nossa cultura nos dias de hoje”.

Foto: Carolina Jardine

Supremo inicia julgamento sobre acesso a creches e pré-escolas

O Supremo Tribunal Federal (STF) começou a julgar, nesta quinta-feira (08/09), o Recurso Extraordinário (RE) 1008166, com repercussão geral (Tema 548), em que se discute se é dever do Estado assegurar o atendimento em creche e pré-escola a crianças até cinco anos de idade. Único a votar na sessão de hoje, o presidente do Tribunal, ministro Luiz Fux (relator), afirmou que a educação infantil é uma determinação constitucional que os municípios não podem deixar de cumprir.

Obrigação
O Município de Criciúma (SC) contesta uma decisão colegiada do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ-SC) que manteve a obrigação de assegurar reserva de vaga em creche para uma criança. No recurso, o município argumenta que não cabe ao Poder Judiciário se intrometer nas questões orçamentárias da municipalidade, porque não é possível impor aos órgãos públicos obrigações que impliquem gastos sem que estejam destinados valores no orçamento para atender à determinação.

Omissão estatal
Em seu voto, o ministro Fux, em sua última sessão como presidente do Tribunal, salientou que a educação infantil é uma prerrogativa constitucional indisponível que assegura às crianças de zero a cinco anos a primeira etapa da educação básica. A negativa ao efetivo acesso a esse atendimento, em creches ou pré-escolas, configura “inaceitável omissão estatal”.

Segundo Fux, o Poder Judiciário pode determinar à administração pública a efetivação desse direito quando ficar comprovado que não foi possível conseguir a matrícula pela via administrativa, em razão de negligência, negativa indevida ou demora irrazoável. Ainda segundo o ministro, é necessário demonstrar que o autor do pedido não tem capacidade financeira para arcar com o custo da manutenção da criança em instituição privada.

Vista
Após o voto do relator, o julgamento foi interrompido por pedido de vista do ministro André Mendonça.

Fonte: Imprensa STF
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