SEMANA FARROUPILHA: Concurso busca incentivar o resgate da participação dos indígenas na história do Rio Grande do Sul

 

Até o dia 20 de agosto, as escolas da rede pública da Grande Porto Alegre (RS) podem se inscrever no Projeto Cultural “A Revolta dos Esquecidos”, promovido pelo Departamento de Tradições Gaúchas (DTG) Morro da Tapera da Associação dos Servidores da Justiça do Rio Grande do Sul (ASJ). A iniciativa se efetiva através do concurso de Histórias em Quadrinho (HQs) inspiradas na valorização dos indígenas na Revolução de 1923. O centenário desta, que foi a última batalha armada em solo gaúcho, é o tema dos Festejos Farroupilhas e do Acampamento Farroupilha 2023, que acontecem de 01 a 20 de setembro.

O concurso prevê que cada escola possa inscrever até três (3) trabalhos. A divulgação dos selecionados acontecerá até o dia 30 de agosto e o vencedor será conhecido no dia 14 de setembro. Após a inscrição das peças, uma comissão julgadora do DTG elegerá as escolas finalistas que farão a apresentação de seus projetos no piquete instalado no Parque da Harmonia, em Porto Alegre (RS), conforme cronograma abaixo. A turma vencedora receberá, como premiação, um passeio de um dia na Sede Campestre da entidade, para até 50 crianças, incluindo transporte, recreação e alimentação.

Para inspirar os estudantes nesta aventura de resgate da história do Rio Grande do Sul, o projeto contempla ainda a distribuição do gibi: “As Aventuras de Tapera”, ilustrado pelo artista gaúcho Juska e com versão digital disponibilizada no site www.asjrs.org.br. Por meio das desventuras do estudante Tapera, a publicação pretende fomentar a reflexão sobre a importância de se reconhecer e preservar a diversidade étnica e cultural. “A jornada do nosso personagem lembra que a história deixou de fora muitos protagonistas, como os indígenas, e que é preciso investir no resgate dessas memórias para se dar voz a todos aqueles que estão no cerne da formação do nosso Rio Grande do Sul”, explica Paulo Olympio, patrão do DTG e presidente da Associação. 

 

Confira o Cronograma: 

Até 20/08 -  Período de inscrições de trabalhos

Até 30/08 - Divulgação de finalistas

 

Apresentações:

11/09 - 14h - Segunda-feira - Finalista A 

12/09 - 14h - Terça-feira - Finalista B

13/09 - 14h - Quarta-feira - Finalista C

14/09 - 14h - Divulgação do resultado

 

Baixe “As Aventuras de Tapera”

Folheie “As Aventuras de Tapera”

Acesse o Projeto Cultural

Preencha a ficha de inscrição

 

Pública Central do Servidor completa 8 anos

Hoje celebramos com orgulho os 8 anos da Pública Central do Servidor! 

Durante este tempo, servidores e servidoras de todo país puderam testemunhar o empenho incansável em defender os direitos dos servidores públicos. 

A ASJ se orgulha de fazer parte dessa jornada ao lado da Pública, defendendo direitos e valorizando os servidores públicos. 

É uma jornada de impacto e mudança. Estamos prontos para o futuro. Que venham muitos mais anos de conquistas!

Solidariedade: Contribua com a campanha de arrecadação em favor do colega Davi Rodrigues

 

A família do servidor da Justiça aposentado Davi Gonçalves Rodrigues, deu início a uma nova campanha de arrecadação. Após sofrer um infarto no final de 2020, ele enfrenta  sequelas neurológicas e necessita de cuidado constante, além de itens e medicamentos. 

A Associação dos Servidores da Justiça do RS (ASJ) está apoiando a campanha, como já fez em outras ações para auxiliar o colega. Davi Gonçalves Rodrigues atuava no setor de arquivos do Tribunal de Justiça do RS (TJ-RS).

A esposa Silvane Rodrigues agradece a todos que têm ajudado e ao apoio dos amigos. A família disponibilizou duas opções para doação das contribuições: uma chave PIX e uma conta bancária para depósito. 

Veja como participar:

PIX:

 

Pública presente em mais uma reunião da Mesa Nacional de Negociação Permanente

 

A Pública Central do Servidor foi representada nesta terça-feira, (25/07), em mais uma reunião da Mesa Nacional de Negociação Permanente (MNNP), pelo Diretor de Segurança, Saúde e Higiene no Trabalho da Pública, Odair Ambrósio.

Ambrósio considera não ter havido muitos avanços. Os itens da pauta não remuneratória enviados no dia 18 tiveram poucas respostas. De nove itens encaminhados, apenas três tiveram respostas parciais, entre eles a IN 02 e a IN 54. E o pouco que foi respondido não agradou as entidades. O governo ficou de estudar tudo, inclusive o que já foi respondido, para reformular as respostas e atender a todos os itens na próxima reunião sobre os temas. A próxima reunião da Mesa Nacional de Negociação Permanente está marcada para o dia 04/08. 

Foi considerado positivo o posicionamento firme do governo contra a PEC 32, mesmo admitindo que o governo não tem gerência direta sobre a retirada da tramitação, o que cabe à mesa diretora da Câmara que tem interesse na aprovação. 

O governo garantiu que vai estudar uma forma de negociar a pauta com o legislativo. De concreto sobre a PEC 32, a Pública informa ter tido a confirmação de que não há votos suficientes para a sua aprovação (308 votos a favor em dois turnos), mas também não há votos suficientes para retirada (maioria simples no plenário).

Segundo o governo, esta segunda rodada, após a assinatura do protocolo de instalação da MNNP, foi mais uma reunião de diálogo com as entidades representativas dos servidores públicos federais. Nos termos do protocolo da MNNP, a bancada sindical foi composta por 20 representantes das entidades representativas dos servidores e dos empregados públicos civis federais e por representantes das centrais sindicais. Também, conforme previsto no protocolo, a bancada governamental foi composta pelas nove pastas que compõem a Mesa.

O secretário de Relações de Trabalho do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), José Lopez Feijóo, coordenou as negociações. “Pelo diálogo, pela conversa e pela negociação permanente, todos nós da Mesa estamos buscando soluções para as demandas apresentadas, seja pelos servidores, seja pelo governo”, declarou o secretário, sobre a reunião. 

Feijóo acrescentou que “a mesa veio para preencher a lacuna da Constituição Federal: ao reconhecer o direito a servidoras e servidores de se organizarem em sindicato, mas não previu o direito à negociação. A mesa supre essa lacuna”. 

Comunicação/Cal/Pública/2023 

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