União Gaúcha batalha pelas emendas à LDO
- Detalhes
- Publicado em Quarta, 26 Junho 2019 22:09

A União Gaúcha elegeu a quarta-feira (26/6) para reforçar o diálogo com os deputados estaduais sobre as emendas à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Felipe Leiria (CEAPE/TCE) e Paulo Olympio (ASJ), representando a União Gaúcha em Defesa da Previdência Social e Pública (UG), visitaram os gabinetes dos parlamentares Giuseppe Riesgo (NOVO) e Dr. Thiago Duarte (DEM) nesta quarta-feira (26/6).
As emendas de números 1 e 2, protocoladas pela Associação dos Servidores da Justiça do RS (ASJ) juntamente com a Aprojus, foram explanadas aos deputados. Ainda, a emenda de autoria da UG, a de número 13, foi debatida porque trata da retificação do demonstrativo da avaliação da situação financeira e atuarial do plano financeiro do Regime Próprio de Previdência Social do Estado (RPPS).
Riesgo ouviu o grupo e pontuou que já estava estudando a LDO, além de ressaltar o parecer do relator da Lei, deputado Mateus Wesp (PSDB). À tarde, o grupo foi recebido pelo Dr Thiago (DEM), que se mostrou solícito e prometeu estudar as propostas, gerando uma expectativa positiva pelo aceite de, pelo menos, uma das quatro emendas funcionais propostas pela UG. O deputado, que também exerceu cargo público no Estado, fez questão de salientar seu apreço pelos servidores públicos "Valorizo o servidor público e acredito que as coisas no Estado só andam através dos servidores públicos", disse.

Crédito: Audrey Erichsen e Thaise Teixeira
Aposentados realizam almoço mensal
- Detalhes
- Publicado em Quarta, 26 Junho 2019 18:29

O almoço mensal do Grupo de Aposentados do Judiciário aconteceu nesta quarta-feira (26/6) e a diretoria da Associação dos Servidores da Justiça do RS (ASJ), representada pelo vice-presidente, Luís Fernando Alves da Silva, pela secretária-geral, Dione Vargas Burlamarque, pelo tesoureiro-geral, Paulo Chiamenti e pelo 3° vice-presidente, Aguinaldo de Sotto-Mayor Prates, esteve presente. O grupo reuniu-se na churrascaria Galpão Crioulo, em Porto Alegre.
Luís Fernando trouxe ao grupo os últimos acontecimentos em relação ao projeto da recomposição salarial dos servidores do Poder Judiciário, destacando a manobra do líder do governo, deputado Frederico Antunes (PP), que pediu vistas ao projeto na reunião da Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa da última terça-feira (25/6). "Quanto mais demorar, melhor é para eles" afirmou. Ele também explanou sobre o congelamento previsto na Lei de Diretrizes Orçamentárias e sobre as ações que estão sendo tomadas pelas entidades a fim de reverter este congelamento, como a apresentação de emendas pela ASJ ao referido Projeto de Lei e visitas aos parlamentares.
A coordenadora do grupo, Danila Berlitz, ressaltou os bons resultados da arrecadação de roupas. As peças são doadas ao Asilo Padre Cacique e todos podem doar roupas e cobertores.
A gravação realizada durante o almoço de comemoração dos 25 anos do grupo foi entregue à coordenadora por Luís Fernando.


Crédito: Audrey Erichsen
Entidades alinham estratégia conjunta para luta pelos servidores
- Detalhes
- Publicado em Quarta, 26 Junho 2019 14:02
Em reunião realizada na sede do Sindjus, em Porto Alegre, praticamente todas as entidades de defesa dos servidores do Judiciário gaúcho alinharam estratégias para dar seguimento à luta pelo reajuste de 5,58% nos salários e pela garantia de direitos já adquiridos.
De acordo com o presidente da Associação dos Servidores da Justiça do Rio Grande do Sul (ASJ), Paulo Olympio, o momento é decisivo. “Ou a classe faz algo agora, ou vai ficar pra depois de agosto”, declarou, referindo-se à votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) que tramita na Assembleia Legislativa do Estado. Acompanhado no encontro pelo tesoureiro-geral da ASJ, Paulo Chiamenti, Olympio ressaltou preocupação com as emendas relativas aos funcionários públicos na LDO.
Diversas sugestões foram levantadas por representantes de praticamente todas as entidades, como ASJ, Simpe, Abojeris, Sindjus, Cejus, Acedijus, ASTC, Aprojus, Ceape, Asserlegis e Sindpers. Todas foram unânimes em salientar a necessidade de união das diversas categorias de servidores. Na reunião, ainda, retomaram o debate sobre o projeto de lei da recomposição salarial. “ Estamos com esta questão há 21 meses”, lembrou Olympio.
Neste sentido, o grupo deverá construir um ofício, constando todas as etapas pelas quais passou o projeto da recomposição, para ser entregue aos parlamentares, além de realizar um ato no próximo dia 2/7 em frente à AL.
Crédito: Thaise Teixeira
Pública Central do Servidor reúne diretoria executiva
- Detalhes
- Publicado em Terça, 25 Junho 2019 15:51

Diretoria executiva da Pública Central do Servidor se reuniu no dia 18/6, trazendo pautas relevantes para a sequência de trabalho da nova gestão. O presidente José Gozze convocou a reunião para tratar, desde a avaliação do andamento da grande luta contra a reforma da Previdência, da greve geral do último dia 14/6 que teve uma participação expressiva da Pública em todas as regiões, até as prioridades com relação ao trabalho que visa novas filiações.
Foram debatidas também as estratégias de divulgação, a busca por parcerias e convênios, a continuidade nas visitas realizadas no último mês ao Congresso Nacional, oportunidades em que Gozze e equipe apresentaram a Pública aos líderes da Câmara dos Deputados e do Senado.

Os diretores presentes foram unânimes na importância do agendamento de encontros com entidades nacionais, confederações e federações, além do estreitamento com as diretorias das Públicas regionais, forjando unidade nas ações em favor dos servidores públicos.
Participaram da reunião, além do presidente Gozze, os diretores Hugo René de Souza (SINFFAZFISCO), Rodrigo da Rocha Rodrigues (SINDIPÚBLICOS), Silvia Helena de Alencar Felismino (FEBRAFISCO), Angela Lobo Costa (ATENS) e Paulo Olympio (ASJ).

A Pública, junto com suas entidades filiadas e com outras entidades de grau superior, vão continuar na atuação de convencimento dos parlamentares para que a reforma da Previdência seja abortada ou mesmo que pontos importantíssimos de modificações, tanto do regime geral como regimes próprios de previdência, sejam alterados. No entendimento da Pública, se a reforma passar, o Brasil vai ficar mais desigual e mais pobre.
Crédito: Marco Calzolari/Comunicação/Pública.

Estrutura




